Volúpia, abre-me a tua teia,
Toma o perfil de uma sereia
Feita de carne e de veludo,
Ou verte enfim teu sono mudo
No vinho místico e disforme,
Volúpia, espectro multiforme!
— Charles Baudelaire
Volúpia, abre-me a tua teia,
Toma o perfil de uma sereia
Feita de carne e de veludo,
Ou verte enfim teu sono mudo
No vinho místico e disforme,
Volúpia, espectro multiforme!
— Charles Baudelaire